Old, forgotten toys…

Quando somos crianças, os brinquedos são uma parte importante da nossa vida. Gostamos de todos, mas há sempre um que é especial! Seja ele qual for, é ele que brinca connosco, que nos alegra, que nunca nos deixa sós, que nos ouve… Muitas vezes chega mesmo a ser os nosso melhor amigo e vai connosco para todo o lado! Até ao dia, em que se recebe um brinquedo novo, mais giro e mais na moda que todos os miúdos têm! Aí, o nosso antigo companheiro fica atirado para um canto, esquecido e sozinho a ver-nos com o nosso novo brinquedo…
Lembro-me de ver isto acontecer quando era pequenina… Eu mesma o fazia…! Deixava o meu preferido em cima da cama e ia brincar com os outros…
É engraçado como hoje, quase 20 anos mais tarde, vejo o mesmo a acontecer… Só que desta vez, o brinquedo sou eu…

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5 comentários»

  djamb wrote @

Também tive os meus brinquedos preferidos quando era pequena, mas o tempo passa e o inevitável acaba por acontecer: muitos deles ficam apenas na memória para darem espaço a novos momentos de diversão (Toy Story rulezzz hiihih).

Infelizmente, essas brincadeiras muitas vezes acontecem no nosso dia a dia e, agora que somos adultos, sentimo-nos exactamente como disseste: um boneco. Qual é a solução? É dizer adeus e “obrigada” por tudo.

Bjocas miuda!

  Vítor wrote @

O primeiro passo para se deixar de ser qualquer coisa, é saber-se que se o é.

Muito bem escrito, desfecho surpreendente.

  Bia wrote @

Qunaod somos pequenas e eu falo por mim, tive um urso e posso-te te dizer qu eo tive até ser bem grandinha casei e ainda o conservei… já não o tenho, alguém se encarregou de mo fazer desaparecer 😦 seus olhos já estavam cozidos e sua pele toda cheia de borboto mas ainda hoje me lembro bem de como ele era, os outros brinquedos era apenas a moda do momento que tinha o seu tempo contado…

Agora em Adultas sentirmo-nos um brinquedo há que analisar bem a situação, pois aí o caso já é grave e não é ternurento 😦
Acontece exactamente como a história do meu urso, ás vezes é uma novidade que surge e nós ficamos pousadas na caminha tipo biblo e um dia vão querer usar outra vez… mas isso não!
Podemos ficar na caminha a curtir a nossa magoa, a pensar o porquê a mim? mas sofrimento tem limite e hora marcada…
toca a levantar pois o sol amanhã nasce outra vez e ninguém merece nossas lágrimas.
Excelente texto o teu… amei a comparação 🙂
beijinho Grande

  Tânia Pereira wrote @

Analogia perfeita! Fantástico texto!

  Catarina wrote @

És Linda!


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